Vamos reflectir todos juntos...
Olhando para a imagem, dá a sensação de que, mesmo fazendo um grande esforço, parece compensar subir, porque a curiosidade nos convida a descobrir o que está no topo, parece que conseguimos tocar nas nuvens, no céu...
Vamos ao encontro do que parece ser algo bom, positivo!

Porque se alguém tiver a nítida impressão que, o que vai ver quando chegar ao topo é algo degradante e triste, nem compensa o esforço, a caminho do que é negativo, certo?
Então o tema de hoje, é sobre positividade acima de tudo.
Então o tema de hoje, é sobre positividade acima de tudo.
Façamos um esforço nesse sentido.
Tema demasiado complexo – auto-estima.
Para mim, é muito importante, pois durante os últimos 10 anos da minha Vida tenho atravessado épocas conturbadas em que a auto-estima tem sido posta em causa.
Não recusando a predisposição genética, há também muita influência da educação na medida de auto-estima de cada um de nós. “A influência parental é muito forte, por exemplo. Mas também há a questão social e a do próprio indivíduo poder desenvolver em si próprio a auto-estima”.
Independentemente do que lhe estiver ‘reservado’ geneticamente, uma pessoa optimista, “que procure o que é gratificante e procure cultivar emoções positivas, que está disponível a abraçar os desafios da vida e a ser responsável pelos seus actos”, tenderá a ter uma auto-estima mais elevada. Na auto-estima estão presentes muitas emoções diferentes e complexas.
“A auto-estima é uma avaliação que nós fazemos em relação a nós próprios".
Existem características genéticas que podem contribuir para uma diminuição da auto-estima. De qualquer forma, e apesar de tendencialmente estável ao longo da vida, a auto-estima sofre flutuações consoante as fases que atravessamos.
Para mim, é muito importante, pois durante os últimos 10 anos da minha Vida tenho atravessado épocas conturbadas em que a auto-estima tem sido posta em causa.
Não recusando a predisposição genética, há também muita influência da educação na medida de auto-estima de cada um de nós. “A influência parental é muito forte, por exemplo. Mas também há a questão social e a do próprio indivíduo poder desenvolver em si próprio a auto-estima”.
Independentemente do que lhe estiver ‘reservado’ geneticamente, uma pessoa optimista, “que procure o que é gratificante e procure cultivar emoções positivas, que está disponível a abraçar os desafios da vida e a ser responsável pelos seus actos”, tenderá a ter uma auto-estima mais elevada. Na auto-estima estão presentes muitas emoções diferentes e complexas.
“A auto-estima é uma avaliação que nós fazemos em relação a nós próprios".
Existem características genéticas que podem contribuir para uma diminuição da auto-estima. De qualquer forma, e apesar de tendencialmente estável ao longo da vida, a auto-estima sofre flutuações consoante as fases que atravessamos.
É normal.
Teste a sua auto-estima
Reflicta sobre estas três séries de perguntas e tire as suas próprias conclusões:
• Quem sou eu?
Quais as minhas qualidades e os meus defeitos?
Quais os meus êxitos e fracassos, as minhas competências e limitações?
Qual o meu valor aos meus olhos, aos olhos dos meus familiares e dos meus conhecidos?
• Vejo-me a mim próprio como alguém que merece a simpatia, o afecto, o amor dos outros ou, pelo contrário, duvido muitas vezes das minhas capacidades para ser apreciado e estimado?
Levo a vida tal como desejo?
Os meus actos estão de acordo com os meus desejos e as minhas opiniões ou, pelo contrário, sofro com o abismo que existe entre o que gostaria de ser e o que sou?
Estou em paz comigo mesmo ou sinto-me muitas vezes insatisfeito?
• Quando foi a última vez que me senti desiludido comigo mesmo, triste e descontente? Quando foi que me senti orgulhoso, satisfeito e feliz comigo mesmo?
O que vos peço é que partilhem comigo um pouco do que pensam e sentem.
Quem sabe será uma ajuda, no meu percurso de Vida.
Já alguma vez fizeram essas perguntas a vós próprios?
Conseguiram uma resposta fácil?
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