Dia Mundial do Doente
No Dia Mundial do Doente, a minha mensagem é:
Neste dia de afectos, não esquecer que a nossa saúde mental e física beneficia também da atenção e carinho que dedicarmos aos nossos mais próximos e semelhantes.

Não só neste dia, sempre nos devemos lembrar e apoiar o «doente», no entanto, é hábito concentrar as atenções para os dias Nacionais ou Mundiais.
Devemos debruçar-nos com particular solicitude sobre as pessoas que sofrem, chamando a atenção da opinião pública para os problemas ligados às doenças mentais, que já atingem um quinto da humanidade e constituem uma verdadeira e própria emergência sociomédica.
A crise dos valores morais aumenta o sentido de solidão, debilitando e até mesmo comprometendo as tradicionais formas de coesão social, a começar pela instituição da família, e marginalizando os enfermos, particularmente os doentes mentais, muitas vezes considerados como um peso para a família e para a comunidade.
Aqui, gostaria de prestar homenagem a quantos, de diversas maneiras e a vários níveis, trabalham ( eu já o fiz) para que não venha a faltar o espírito de solidariedade, mas que se persevere no cuidado destes nossos irmãos e irmãs, buscando inspiração nos ideais e princípios humanos e evangélicos.
Aos agentes pastorais, às associações e às organizações de voluntariado recomendo que ofereçam a sua ajuda, mediante formas e iniciativas concretas, às famílias com doentes mentais para cuidar, em relação aos quais formulo votos a fim de que aumente e se difunda a cultura do acolhimento e da partilha, graças também a leis adequadas e a planos de saúde que prevejam recursos suficientes para a sua aplicação concreta. Mais urgentes do que nunca são a formação e a actualização do pessoal que trabalha num sector tão delicado da sociedade.
Que a Virgem Santa conforte quantos se encontram assinalados por qualquer enfermidade e sustente aqueles que, como o Bom Samaritano, curam as suas feridas corporais e espirituais.
Devemos debruçar-nos com particular solicitude sobre as pessoas que sofrem, chamando a atenção da opinião pública para os problemas ligados às doenças mentais, que já atingem um quinto da humanidade e constituem uma verdadeira e própria emergência sociomédica.
A crise dos valores morais aumenta o sentido de solidão, debilitando e até mesmo comprometendo as tradicionais formas de coesão social, a começar pela instituição da família, e marginalizando os enfermos, particularmente os doentes mentais, muitas vezes considerados como um peso para a família e para a comunidade.
Aqui, gostaria de prestar homenagem a quantos, de diversas maneiras e a vários níveis, trabalham ( eu já o fiz) para que não venha a faltar o espírito de solidariedade, mas que se persevere no cuidado destes nossos irmãos e irmãs, buscando inspiração nos ideais e princípios humanos e evangélicos.
Aos agentes pastorais, às associações e às organizações de voluntariado recomendo que ofereçam a sua ajuda, mediante formas e iniciativas concretas, às famílias com doentes mentais para cuidar, em relação aos quais formulo votos a fim de que aumente e se difunda a cultura do acolhimento e da partilha, graças também a leis adequadas e a planos de saúde que prevejam recursos suficientes para a sua aplicação concreta. Mais urgentes do que nunca são a formação e a actualização do pessoal que trabalha num sector tão delicado da sociedade.
Que a Virgem Santa conforte quantos se encontram assinalados por qualquer enfermidade e sustente aqueles que, como o Bom Samaritano, curam as suas feridas corporais e espirituais.
Já trabalhei em hospitais e estive em contacto directo com o doente; este ano, neste dia especial, tenho uma familiar que precisa de muito amor, carinho e apoio; sinto-me particularmente impossibilitada de a ver feliz, pois tudo faria para a sua cura, se estivesse ao meu alcance... Etiquetas: dia mundial do doente








