Montreal (2) - CANADÁ
A palavra "Montreal" é a versão arcaica, escrita de forma simplificada, de Mont-Royal, um morro localizado na cidade, no centro da ilha. Montreal é um dos centros culturais mais importantes do país, sediando vários eventos nacionais e internacionais. Entre eles estão o Juste pour Rire, um dos maiores festivais de comédia do mundo, o Festival de Jazz de Montreal, um dos maiores festivais de jazz do mundo, e o Grand Prix de Montreal. Montreal é considerada a cidade mais européia da América do Norte.
Montreal possui uma das populações mais bem educadas do mundo, possuindo a maior concentração de estudantes universitários per capita de toda a América do Norte. A cidade possui quatro universidades - duas delas francófonas e duas delas anglófonas - e 12 faculdades. É um centro da indústria de alta tecnologia - especialmente na área de medicina e na indústria aeroespacial. Montreal é atualmente uma das cidades mais seguras do continente americano, sendo que em 2005 foram cometidos apenas 35 homicídios em toda a cidade.
Montreal foi uma das primeiras cidades do Canadá, tendo sido fundada em 1642. Montreal, desde então, foi até a década de 1960 o principal pólo financeiro e industrial do Canadá, bem como a maior cidade do país. Considerada até então a capital econômica do Canadá, Montreal também era considerada uma das cidades mais importantes do mundo. Porém, durante a década de 1970, a anglófona Toronto tomou o posto de capital financeira e industrial do país. Em 2001, os 27 subúrbios de Montreal na ilha homônima foram fundidos com Montreal. Em 2004, após os resultados de um referendo, 15 destas ex-cidades tornaram-se administrativamente independentes de Montreal em 1 de janeiro de 2006, voltando a serem cidades à parte.

Esta foto foi captada à saída de uma zona de miradouro, onde o autocarro parou, lá no alto da «montanha» para vermos a Cidade-Ilha de Montreal. Pela 1ª vez vi um sinal de stop diferente.
No 1º dia fizemos uma visita guiada de 3 horas à cidade e à «montanha», no bus conduzido pelo nosso motorista Jeremias; na fase final da visita descemos do autocarro e fomos andando até perto do Porto Velho, paramos no restaurante CHEZ QUEUX na Praça Jacques-Cartier, onde quase todo o grupo almoçou, juntamente com a nossa Guia – Rose. Aliás, foi uma sugestão dela. Nas minhas fotos vê-se um pouco do interior do restaurante e, a sobremesa com que terminou o almoço. Depois seguimos a pé, com a Guia, pois estávamos todos curiosos em ver a tal «cidade subterrânea» e, ao subirmos aquela rua que tinha no topo a Perfeitura de Montreal, encontrei um homem, dos que fazem dinheiro na rua, desta vez não fazia de estátua (como outros que vimos) mas era muito original a ideia dele. Tinha 2 placas de cartolina, numa estava escrito em francês: «accolades gratuites» e, na outra em inglês: Free Hugs. Pois é, neste Mundo, cada dia mais carente afectivamente, um HOMEM lembrou-se de distribuir ABRAÇOS GRATUITOS a quem passava na rua. Era uma forma de ganhar a Vida, se alguém quisesse dar-lhe uma moeda por estar grato à sua ideia, melhor seria para ele, mas…vi muitas moças a aproximarem-se dele para serem abraçadas de forma GRATUITA.
Este ano celebrava-se o 25º aniversário do «Festival Juste pour rire» entre os dias 8 e 29 de Julho de 2007.
Description : C’est la fête durant trois semaines cet été à l’occasion du 25e anniversaire du Festival. Le plus grand Festival d’humour au monde est à Montréal, plus de 2 millions de festivaliers en profitent à chaque année, ne manquez pas l’occasion d’être l’un d’eux cette année.
Théâtre de Verdure - Lieu de culture apprécié par plusieurs générations de Montréalais, le théâtre de Verdure offrira encore une fois cet été une programmation riche et diversifiée. Résolument ouvert sur le monde, l’amphithéâtre en plein air du Parc La Fontaine animera la saison estivale avec une cinquantaine de représentations gratuites où se côtoieront musique, danse, théâtre et cinéma.
Nesta foto vê-se um pouco do «muro de Berlim» que foi oferecido à cidade de Montreal e está precisamente exposto na «cidade subterrânea».
Entra-se para a «cidade subterrânea» através de alguns Hóteis, situados pela cidade; nós seguiamos a Guia e, qual não foi o meu espanto, depois de termos passado as portas de entrada de um luxuoso hotel, acabarmos por descer em escada rolante e, logo ali descobrir outro Mundo, limpo e cheio de interesse.
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Férias: Destino - Canadá
Bem, dia 23 de Julho parti à aventura, com destino – Canadá.
Depois de uma atribulada viagem de avião… cheguei ao princípio da odisseia – Montreal.
Montreal é uma das belas cidades canadenses. A cidade também fica na província de Québec, mas a diferença entre Montreal e Québec, a cidade, é grande. O que as duas têm em comum é a simpatia do seu povo. É impossível não notar a delicadeza, o sorriso e a disponibilidade do povo daquele país frio e distante, quando abordado na rua para dar uma informação. Outra característica comum às duas cidades é o clima, igualmente frio. Cada lago congelado é um convite aos patins e, como não poderia deixar de ser, mesmo com todo o frio do mundo, há um colorido, uma alegria no ar, com tudo isso. Na verdade, as pessoas não passam frio, embora tudo leve a crer que aconteça o contrário.
Uma dessas comodidades são as ruas subterrâneas, uma verdadeira cidade por baixo de Montreal, que permitem que a população transite sem precisar de casaco, botas, gorros e luvas. Ali, a temperatura é normal, talvez até um pouco quente demais. Na cidade subterrânea, as principais ruas do centro são interligadas por túneis, passagens para peões e escadas rolantes que ligam prédios comerciais, estações de metro, áreas de lazer, cinemas e hotéis, facilitando a vida dos peões. São mais de 30 km de extensão, onde as pessoas se encontram protegidas. Os turistas ficam fascinados com isso e, quando voltam da viagem, é só no que falam, como se em Montreal não houvesse nada mais interessante que isso.
O inglês é falado por todos e com prazer – por uma questão de gentileza. Mas o francês é a língua-mãe, a língua do coração, a língua com a qual se dá nome às ruas, aos monumentos e se conta a história do país. Trata-se da segunda maior cidade de língua francesa do mundo, sendo Paris a nº1.
Uma dessas tradições é comer panquecas com o xarope de plátano, o maple syrup, típico do país, à venda em todas as barraquinhas de souvenires, em garrafinhas de todos os tamanhos, no formato da folha estampada na sua bandeira.

Foto: Estádio Olímpico

Mesmo ao lado do Estádio Olímpico é a entrada para o maravilhoso Jardim Botânico.
Na parte mais antiga da cidade, a Vieux Montreal, fica a Catedral de Notre Dame, com sua fantástica arquitectura e interior riquíssimo, reconhecidamente a igreja mais bonita de Montreal, com seus vitrais de Limoges, com estilo neoclássico graças à reforma de 1829, promovida por um irlandês protestante convertido ao catolicismo: James O’Donnell.
Próximo dali, outros pontos de igual importância se encontram, esperando os turistas: Place D’Armes, Vieux Palais de Justice, o Champ de Mars – todos dignos de uma visita demorada.
Nessa parte da cidade, é possível andar pelas ruazinhas estreitas e antigas, com prédios do século XVIII, construídos com pedra, com bares e cafés nas calçadas. A paisagem é das melhores: o rio que banha a cidade, o Saint Laurent, passa por ali e ele é uma boa desculpa para se demorar um pouco mais. Às margens do Saint Laurent, também fica a Torre do Relógio, verdadeiro marco da cidade, situado numa área conhecida como Vieux Port que, como todo porto que se preza, foi devidamente restaurado e transformado numa área cultural, ponto turístico. Lá fica o Marché aux puces, um mercado de pulgas bem interessante e variado, além do Centro de História de Montréal e o Museu de Arqueologia e História – visitas indispensáveis aos turistas que não querem, apenas, passar pela cidade.
O maior parque de Montreal é o Parc des Iles, localizado na Ilha de Sainte Helene, do qual pode se ter uma das mais belas vistas da cidade. É aí que fica a Biosphére, uma espécie de museu e laboratório científico, um programa obrigatório de que vai por ali.
A nossa querida Guia (Rose) propôs um programa extra: ir ver o famoso Casino de Montreal e, o circuito de Fórmula 1, um dos mais bonitos do mundo, aproveitando para jantarmos ali no Porto Velho, mas… éramos 27 pessoas no grupo e apenas 3 estavam interessadas e, como nestas coisas de grupos, a maioria vence, nada feito.
A Torre de Montreal é uma construção arrojada, inclinada, dentro do Parque Olímpico, onde aconteceram as Olimpíadas de 1976. São 175 metros de altura. E a vista lá de cima é das melhores. Nesse espaço também fica o Biodôme, que reproduz ecossistemas de várias partes do mundo.
A rue St-Catherine concentra a maioria das lojas e galerias.

Catedral de Notre-Dame e os famosos vitrais.
Fotos minhas
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