«Apeteceu-me» recordar...
Hoje, apeteceu-me recordar a magnífica viagem que fiz em Abril de 2006, à Inglaterra e Escócia.
O kilt é o saiote pregueado, parcialmente trespassado, e quadriculado em cores correspondentes a cada clã ou família, e que faz parte do traje típico masculino da Escócia.
Tradicionalmente ele era utilizado por guerreiros e batedores dos Clãs, sendo que cada Clã (ou clan) tinha um tartan diferente.
O primeiro kilt encontrado é datado do ano de 2000 a.C. e foi encontrado perto da região de Nuremberg, na Baviera, trazido pelos celtas.
Tradicionalmente ele era utilizado por guerreiros e batedores dos Clãs, sendo que cada Clã (ou clan) tinha um tartan diferente.
O primeiro kilt encontrado é datado do ano de 2000 a.C. e foi encontrado perto da região de Nuremberg, na Baviera, trazido pelos celtas.
E, em tempo de crise mundial, encontrei este escocês tipicamente vestido, tocando o seu instrumento à espera de umas moedinhas, na sua maleta.
Em plena Escócia, uma foto de parte do «nosso grupo» de viagem; está também a nossa «Guia» acompanhante (de casaco vermelho, e chapéu)
Adeptos das refeições rápidas, sobretudo à hora de almoço, os escoceses optam normalmente por uma sopa consistente, de tomate ou cogumelos, acompanhada de uma sanduíche e sobremesa. É também este o tipo de oferta que o/a turista encontra nas cafetarias dos castelos por onde passa. Mas há restaurantes para todos os gostos, desde os que oferecem ambiente familiar aos cosmopolitas e da moda. Recomendam-se o marisco, bastante fácil de encontrar por se tratar de uma região costeira, e o Haggis, entre outras especialidades.
Na maioria dos casos, os hotéis são casas victorianas (final do século XIX) adaptadas. Não há muitos hotéis novos e as infraestruturas hoteleiras não são modernas. Mas a estada vale a pena, sobretudo pelo serviço, com um toque familiar mais vincado nas zonas rurais. Uma prática bastante corrente um pouco por todo o país é o alojamento em unidades Bed & Breakfast.
As estradas são seguras e asfaltadas até à maioria dos castelos. A sinuosidade das vias e a neblina são aspectos a ter em conta, podendo transformar pequenas distâncias em percursos mais demorados.
As principais cidades como Aberdeen, Glasgow ou Edimburgo são servidas por auto-estradas, constituindo ligações fáceis.
Nesta foto pode-se ver outro meio de transporte muito usado pelos escoceses - a bicicleta.
O curioso é que o verde a perder de vista da Escócia rural fica bastante próximo dos centros urbanos e zona costeira.
A relação de Aberdeen com o Mar do Norte é bastante antiga. A exploração de petróleo, no porto industrial da cidade, fez desta uma das mais ricas da Grã-Bretanha, com níveis de desemprego bastante baixos e uma população flutuante elevada.A cidade apresenta um cartaz cultural não tão forte quanto o de Edimburgo, mas ainda assim bastante dinâmico, onde se destacam os Higland Games. As compras são também um atractivo de Aberdeen, sobretudo na Union Street, no centro. E os restaurantes e bares são bastante frequentes e, nalguns casos, adaptações interessantes, como acontece com o Soul, bar instalado numa antiga igreja.
Memória histórica viva, a maior parte dos castelos está actualmente na posse do National Trust for Scotland. A visita é feita por guias internos, sendo em alguns casos coadjuvada por apresentações em vídeo (como na Duff House) e documentação em várias línguas, português inclusive, como acontece no Crathes Castle Garden & Estate.
Os castelos são também fonte de entretenimento, pelo facto de terem cafetaria e bar, gift shop e jardins cuidados à disposição do turista. Mesmo os que estão em ruínas têm uma pequena gift shop e guia, como no Castelo de Kildrummy.
mais uma foto lindíssima, a qual transmite muita tranquilidade, junto das belas paisagens verdes; este passeio de pequenas embarcações é típico nesta região.
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